>> segunda-feira, 14 de março de 2011

não via ninguém. perdi-me de gente
na rua cheia e tão mais ausente.
quando a subir, a fugir de tudo
a cara caiu qual estátua de espanto!
palavras metidas em caixas, páginas em branco, bebi do gelo quente
c..oas unhas afio e arranho o quadro, guincho e aperto os braços grito num arrepio.
sou um tijolo num suporte de areia
que ao sol derreteu num espelho polido
o reflexo que tem é um júri calado
revela quem se havia enganado.

peixe : avião
Estátua de Espanto

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